Pesquisa: O que são vírus de computador e o que fazer para se proteger deles?
Procure informações na Internet e utilize o editor de textos para realizar seu trabalho. Envie em anexo para o e-mail: karlafbn@gmail.com
Bom trabalho!
Karla
domingo, 2 de novembro de 2008
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
ATIVIDADE 2
Olá, Turma!
Você sabe o que é "INTERNETÊS"?
É uma nova linguagem, oriunda do mundo virtual. É uma simplificação formal da escrita uma codificação que utiliza caracteres alfanuméricos. Essa linguagem vem sendo adotada em chats, fóruns de discussão, celular e, muitas vezes em correio eletrônico (e-mail).
Nunca a comunicação por meio da leitura e da escrita foi tão utilizada como nos dias de hoje, com a difusão do Orkut, blogs, chats e até mesmo nos torpedos de celulares. Em todos predomina a linguagem da internet, ou seja, o Internetês. Porém, essa linguagem peculiar da Internet invadiu a sala de aula preocupando os educadores.
Aprofunde-se sobre o tema através dos textos disponíveis nos links abaixo.
1- Texto publicado no jornal A Tribuna - Internetês, uma ameaça ao idioma
2- No artigo A linguagem dos jovens, especialistas analisam se o jovem saberá quando e aonde usar a nova linguagem, o internetês.
3- O texto O Português.com mostra como a comunicação expressa nas salas de bate-papo e blogs está mexendo com o idioma nas casas e escolas.
Questão a ser discutida:
Você acha que através do Internetês, as novas tecnologias, estão sufocando a gramática e matando a cultura?
Faça suas considerações, leia a dos seus colegas. Interajam!
Para responder, clique em COMENTÁRIOS, logo abaixo.
Você sabe o que é "INTERNETÊS"?
É uma nova linguagem, oriunda do mundo virtual. É uma simplificação formal da escrita uma codificação que utiliza caracteres alfanuméricos. Essa linguagem vem sendo adotada em chats, fóruns de discussão, celular e, muitas vezes em correio eletrônico (e-mail).
Nunca a comunicação por meio da leitura e da escrita foi tão utilizada como nos dias de hoje, com a difusão do Orkut, blogs, chats e até mesmo nos torpedos de celulares. Em todos predomina a linguagem da internet, ou seja, o Internetês. Porém, essa linguagem peculiar da Internet invadiu a sala de aula preocupando os educadores.
Aprofunde-se sobre o tema através dos textos disponíveis nos links abaixo.
1- Texto publicado no jornal A Tribuna - Internetês, uma ameaça ao idioma
2- No artigo A linguagem dos jovens, especialistas analisam se o jovem saberá quando e aonde usar a nova linguagem, o internetês.
3- O texto O Português.com mostra como a comunicação expressa nas salas de bate-papo e blogs está mexendo com o idioma nas casas e escolas.
Questão a ser discutida:
Você acha que através do Internetês, as novas tecnologias, estão sufocando a gramática e matando a cultura?
Faça suas considerações, leia a dos seus colegas. Interajam!
Para responder, clique em COMENTÁRIOS, logo abaixo.
Mãos à obra!
Karla
Karla
domingo, 21 de setembro de 2008
Atividade 1
Olá, Turma!
Leia o texto a seguir e elabore uma pequena reflexão sobre o tema.
Afinal, as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC's) na escola provocam mais desafios e problemas, ou através delas há, realmente, uma possibilidade de mudança em nossa prática pedagógica?
Fórum de Discussão: Clique em COMENTÁRIOS para digitar seu texto; faça também uma leitura sobre as colocações dos seus colegas, interagindo através da troca de opiniões.
Mãos à obra!
Karla
Desconectados
Sem supervisão, computadores nas escolas brasileiras mais distraem do que ensinam

O computador é uma poderosa ferramenta do aprendizado. Por meio dele, os estudantes podem ingressar em redes virtuais, compartilhar projetos de pesquisa e acessar gigantescos bancos de dados. No entanto, não é o que tem ocorrido no Brasil. Uma pesquisa do Ministério da Educação (MEC) permite afirmar que o aparecimento de novos laboratórios de computadores nas escolas brasileiras fez o ensino piorar. Segundo a pesquisa, estudantes que usam computadores nas escolas estão seis meses atrasados nas matérias curriculares em relação aos alunos sem acesso ao equipamento. Para chegarem a tais conclusões, os especialistas reuniram as notas dos estudantes nas três últimas edições do Saeb, prova aplicada pelo MEC para aferir a qualidade do ensino básico. Por meio de recursos estatísticos, eles conseguiram medir o grau de influência do computador sobre o desempenho dos alunos com acesso ao aparelho – 38% das escolas públicas já têm PCs instalados.
Outras pesquisas já haviam mostrado que os computadores têm contribuído pouco (ou nada) para a excelência nas escolas brasileiras. Até esse momento, no entanto, nenhuma delas havia traçado um retrato tão negativo. Analisa a especialista Fabiana de Felício, autora do estudo: "Sem a supervisão dos professores, as crianças perdem tempo em frente ao computador com atividades sem nenhuma relevância para o ensino". Leia-se: jogos e bate-papos virtuais. Países onde os estudantes cultivam o hábito de usar o computador na escola têm uma lição elementar a ensinar ao Brasil. Tais projetos só foram adiante com sucesso porque os professores receberam treinamento para fazer uso dos PCs para fins pedagógicos. No Chile, é o caso de 80% dos docentes. No Canadá, as escolas contratam ainda especialistas encarregados de organizar bibliotecas de softwares e orientar os professores sobre como aplicá-los em sala de aula. As escolas brasileiras estão a anos-luz dessa realidade. "Aqui os professores mal sabem ligar o computador", resume Roseli Lopes, coordenadora no Núcleo de Sistemas Integrados da Universidade de São Paulo (USP). Ela é uma das responsáveis pela implantação de um programa do governo federal cujo objetivo é distribuir laptops aos 30 milhões de estudantes da rede pública.
Proporcionar às crianças pobres acesso ao computador é um fato positivo, e ninguém discorda disso. Mas não basta jogar os aparelhos dentro das salas de aula para que eles produzam milagres. É preciso treinar os professores, adaptar os aparelhos a projetos pedagógicos e supervisionar seu uso pelos estudantes. Numa visita à escola pública Ernani Silva Bruno, de São Paulo, uma das cinco no país que servem de piloto ao projeto, tem-se uma idéia mais realista das dificuldades à vista. Enquanto uma professora quer saber como aciona a letra maiúscula no teclado do laptop, a estudante Giovana Gomes, de 11 anos, expressa sua ambição em relação à nova máquina: "Vou poder brincar no site da Barbie e jogar games na escola". Sem supervisão, Giovana e seus colegas não irão longe.
Leia o texto a seguir e elabore uma pequena reflexão sobre o tema.
Afinal, as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC's) na escola provocam mais desafios e problemas, ou através delas há, realmente, uma possibilidade de mudança em nossa prática pedagógica?
Fórum de Discussão: Clique em COMENTÁRIOS para digitar seu texto; faça também uma leitura sobre as colocações dos seus colegas, interagindo através da troca de opiniões.
Mãos à obra!
Karla
Desconectados
Sem supervisão, computadores nas escolas brasileiras mais distraem do que ensinam
Camila Antunes
Alexandre Schneider

O computador é uma poderosa ferramenta do aprendizado. Por meio dele, os estudantes podem ingressar em redes virtuais, compartilhar projetos de pesquisa e acessar gigantescos bancos de dados. No entanto, não é o que tem ocorrido no Brasil. Uma pesquisa do Ministério da Educação (MEC) permite afirmar que o aparecimento de novos laboratórios de computadores nas escolas brasileiras fez o ensino piorar. Segundo a pesquisa, estudantes que usam computadores nas escolas estão seis meses atrasados nas matérias curriculares em relação aos alunos sem acesso ao equipamento. Para chegarem a tais conclusões, os especialistas reuniram as notas dos estudantes nas três últimas edições do Saeb, prova aplicada pelo MEC para aferir a qualidade do ensino básico. Por meio de recursos estatísticos, eles conseguiram medir o grau de influência do computador sobre o desempenho dos alunos com acesso ao aparelho – 38% das escolas públicas já têm PCs instalados.
Outras pesquisas já haviam mostrado que os computadores têm contribuído pouco (ou nada) para a excelência nas escolas brasileiras. Até esse momento, no entanto, nenhuma delas havia traçado um retrato tão negativo. Analisa a especialista Fabiana de Felício, autora do estudo: "Sem a supervisão dos professores, as crianças perdem tempo em frente ao computador com atividades sem nenhuma relevância para o ensino". Leia-se: jogos e bate-papos virtuais. Países onde os estudantes cultivam o hábito de usar o computador na escola têm uma lição elementar a ensinar ao Brasil. Tais projetos só foram adiante com sucesso porque os professores receberam treinamento para fazer uso dos PCs para fins pedagógicos. No Chile, é o caso de 80% dos docentes. No Canadá, as escolas contratam ainda especialistas encarregados de organizar bibliotecas de softwares e orientar os professores sobre como aplicá-los em sala de aula. As escolas brasileiras estão a anos-luz dessa realidade. "Aqui os professores mal sabem ligar o computador", resume Roseli Lopes, coordenadora no Núcleo de Sistemas Integrados da Universidade de São Paulo (USP). Ela é uma das responsáveis pela implantação de um programa do governo federal cujo objetivo é distribuir laptops aos 30 milhões de estudantes da rede pública.
Proporcionar às crianças pobres acesso ao computador é um fato positivo, e ninguém discorda disso. Mas não basta jogar os aparelhos dentro das salas de aula para que eles produzam milagres. É preciso treinar os professores, adaptar os aparelhos a projetos pedagógicos e supervisionar seu uso pelos estudantes. Numa visita à escola pública Ernani Silva Bruno, de São Paulo, uma das cinco no país que servem de piloto ao projeto, tem-se uma idéia mais realista das dificuldades à vista. Enquanto uma professora quer saber como aciona a letra maiúscula no teclado do laptop, a estudante Giovana Gomes, de 11 anos, expressa sua ambição em relação à nova máquina: "Vou poder brincar no site da Barbie e jogar games na escola". Sem supervisão, Giovana e seus colegas não irão longe.
Veja - 08/08/2007
Dinâmica - Anúncio: Doação de Amizade
Etapa I
Foi realizada com a turma uma dinâmica, onde cada um deveria fazer um anúncio bem criativo, doando-se com amigo, oferecendo sua amizade. Não podendo se identificar!
Enquanto os cursistas criavam, a tutora pediu que cada um pegasse numa caixa de bombons, aquele que ele mais gostasse, pedindo que não comesse naquele momento, pois é PROIBIDO COMER NO LABORATÓRIO.
Após terminarem a criação dos anúncios, a tutora colocou cada um na parede, montando assim, um mural de classificados.

Mural "Classificados"
Etapa II
A tutora pediu que cada cursista escolhesse um anúncio, que não fosse o de sua autoria, de acordo com o que mais lhe chamasse atenção.Explicou que, como escolheram o bombom de que mais gostavam, deveriam dá-lo de presente ao "Amigo Adotado", pois assim estaria oferecendo o que de melhor tinha naquele momento.
Depois disso, cada um deveria ler o anúncio escolhido e dizer o por quê da escolha. E a quem eles achavam que o anúncio se referia.
Nesse momento, o autor do anúncio se apresenta, e recebe o bombom de quem o escolheu.... E assim por diante até que o primeiro receba o seu bombom.
Etapa II
Materiais Necessários:
- Folhas de papel
- Hidrocor
- Fita Adesiva
- Caixa de Bombons
Introdução À Educação Digital
Apresentação contendo informações sobre o Proinfo Integrado, os objetivos do curso e introdução à educação digital.
IntroduçãO A EducaçãO Digital
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Apresentação do Slide: A Volta do Velho Professor
Partindo do texto apresentado nos slides a seguir, foi pedido que cada cursista fizesse uma reflexão sobre o tema.
Velho Professor
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Abertura
que reforça muito bem os princípios básicos de motivação, com humor.
Apresentado por Rosângela Pinheiro, coordenadora do DTE-RJ 01, Campos dos Goytacazes.
Grupo humorístico
Os Melhores do Mundo
Apresentado por Rosângela Pinheiro, coordenadora do DTE-RJ 01, Campos dos Goytacazes.
Grupo humorístico
Os Melhores do Mundo
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